segunda-feira, 3 de julho de 2017

lançamento do livro "As 100 melhores crônicas comentadas de João Saldanha" no restaurante Nanquim- Jd Botânico fotos Marcelo Borgongino

        Os autores - Alexandre Mesquita, César Oliveira  e Marcelo Guimarães,

                             Eraldo Leite e Carlos Augusto Montenegro,

                                   Marcelo Guimarães e a irmã Rosa,

                                        irmãos Marcelo e Rosa Guimarães

                                                               Helio de La Peña,

                              Maria Lucia Frias entre César Oliveira e Alexandre Mesquita.

                                          César Oliveira recebe  Mauro Sodré Maia,


                                     César Oliveira e Sergio Carvalho,


                      Sergio Tinoco e Marcelo Guimarães,

                        Marcelo Guimarães recebe o empresário Carlos Augusto Montenegro

   Marcelo Guimarães recebe o empresário Carlos Augusto Montenegro,

                                     Julio Reis e Marcelo Guimarães,

Luiz Roberto Santos e Marcelo Guimarães

                                    Marcelo Guimarães e Helio de La Prña.
03/07 - Foi lançado o livro "As 100 melhores crônicas  comentadas de João Saldanha" no restaurante Nanquim no Jardim Bot:anico - RJ
O evento teve início às 19hs com debate entre Eraldo Leite, Lucio de Castro e Humberto Redes, onde foi revelada curiosidades da vida de João Saldanha e da ditadura militar.


As crônicas foram selecionadas pelo historiador Alexandre Mesquita após a leitura de todo o acervo disponível sobre João Saldanha entre 1960 e 1990, do jornal Última Hora, passando pelo O Globo, Placar, até o Jornal do Brasil.  De fora apenas o período de 1966 até 1970, reunidas por Raul Milliet Filho no livro Vida que segue (Nova Fronteira, 2006).
O editor Cesar Oliveira conta que não houve preocupação com o ineditismo em livro das obras reunidas, pois o conceito era trazer aos leitores o que melhor expressasse o pensamento que Saldanha comumente externava, como a necessidade de respeito aos jogadores de futebol e a organização de um calendário, permitindo o profissionalismo do esporte. Pela primeira vez, João tem suas crônicas situadas na linha do tempo, para melhor compreensão do contexto de produção das crônicas.
Para Cesar, João Saldanha estava muito à frente do seu tempo. Tanto que, em 1962, escreveu Futebol e samba, onde apontava que faltava para a festa popular um grande palco, seu equivalente ao Maracanã. Só em 1984, foi fundado o Sambódromo da Marquês de Sapucaí.
Para comemorar João Saldanha
No dia 4 de julho, a “Semana João Saldanha” fará realizar na ABI – Associação Brasileira de Imprensa, um dia de debates sobre João. O evento foi organizado pelo prof. Victor Andrade de Melo, do Sport – Laboratório de História do Esporte e do Lazer e pelo jornalista Eraldo Leite, presidente da ACERJ – Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro. Os debates acontecerão pela manhã e à tarde.
Já no sábado, 8 de julho, acontece uma roda de samba em homenagem ao portelense João Saldanha, a partir das 12 horas, na Livraria Folha Seca (Rua do Ouvidor, 37), comandada pelo sambista Rodrigo Carvalho e grupo Manga Rosa. Presença de ex-jogadores do Botafogo, jornalistas esportivos, e das pessoas envolvidas na produção do livro. Haverá vendas de livros e autógrafos.

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