quarta-feira, 19 de junho de 2019

Maitê Proença assiste à estreia de 'Depois' no Theatro Municipal - fotos Leandro Menezes

Maitê Proença

                              Christovam Chevalier

               José Possi Neto, Paulo Goulart Filho e Paula Miessa

                          Lalá Guimarães

                                                 Maria Zilda Bethlém

                         Marilena Ansaldi, Anselmo Zolla, Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

                        Nicola Siri

                             Tanit Galdeano

                  Os bailarinos da Studio3 Cia. de Dança
Maitê Proença assistiu à estreia de 'Depois' no Theatro Municipal
A estreia do espetáculo ‘Depois’, com a Studio3 Cia. de Dança, movimentou o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, nesse fim de semana. A obra tem concepção e direção coreográfica de Anselmo Zolla, direção teatral de William Pereira, direção musical de Felipe Venancio, figurinos de Fause Haten e a participação de Marilena Ansaldi, ex-solista do Ballet Bolshoi.
Maitê Proença, Ana Botafogo, Carlinhos de Jesus e José Possi Neto foram alguns dos que atenderam ao chamado dos empresários e promoters, Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho, e aplaudiram a montagem.

terça-feira, 18 de junho de 2019

BRita BRazil alerta sobre os danos colaterais fatais do Chá de Santo Daime e o que esta por trás a perseguição ao ministro Sérgio Moro


Ministro da justiça Sérgio Moro
A perseguição ao Sérgio Moro é uma resposta direta ao fechamento do CONAD (CONSELHO DE "POLITICAS" SOBRE DROGAS)  que vergonhosamente "liberou" o Ayahuasca CONTRIBUINDO para que ele DOMINE TODO BRASIL, sem mostrar seus danos colaterais fatais (mata vivo ou morto) sendo, portanto, o maior crime que tem sido cometido aos jovens brasileiros. Parabéns, Sérgio Moro. Quem está por trás dessa poderosa indústria  em Brasília? A família brasileira agradece sua iniciativa. LEIA RELATOS para se informar da realidade oculta sobre esta droga que está por todo o Brasil, por internet ou seitas, como no Santo Daime. Eles não falam a verdade dos perigos que os jovens estão correndo. Recebo sempre pedidos de socorro. E ainda não vi caminho de cura total para seus efeitos colaterais. CUIDADO!
 Texto de  BRita BRazil
www.britabooks.com.br 
BRita BRazil
www.britabooks.com.br

segunda-feira, 17 de junho de 2019

A 87° edição do Grande Prêmio Brasil de Turfe elege o casal mais elegante, bate recorde de apostas e recebe o maior público dos últimos 25 anos fotos Divulgação / Marcelo Borgongino

George Washington - vencedor do 87º GP Brasil de Turfe 2019

Casal mais elegante do 87º GP Brasil de Turfe  2019 -  Marineida e José Basano - Advogado e criador de cavalos de São Paulo - SP.

                                 Casal mais elegante do 87º GP Brasil de Turfe  2019 -  Marineida e José Basano.
 
O Grande Prêmio Brasil, festival organizado pelo Jockey Club Brasileiro em parceria com a PMU Brasil, termina a sua 87ª edição com novo recorde de apostas, público e cavalo azarão como campeão. O principal páreo nacional, o GP Brasil, foi o sétimo a ser disputado no domingo (09) e teve como vencedor uma surpresa: George Washington, que não era mencionado como uma das forças do páreo. Com rateio de 11,1 para um, quem fez a aposta mínima de R$ 2,00, levou para casa R$ 22,20 — 11,1 vezes o valor apostado. O público também foi um dos destaques, durante os cinco dias, cerca de 40 mil pessoas passaram pelo Hipódromo da Gávea, 28 mil apenas no domingo. É o maior público dos últimos 25 anos.

Eleito por uma bancada de jornalistas, colunistas , políticos, empresários e membros da sociedade carioca o casal Marineida e José Basano ganhou na categoria de "Casal mais elegante do GP Brasil de Turfe 2019" Basano agradeceu a honraria e revelou que prestigia o GP Brasil há vários anos.

“O Grande Prêmio Brasil é uma data importante e tradicional no calendário turfista há quase 90 anos. A disputa do páreo principal foi vibrante e conquistada pelo jóquei M. Gonçalves, bicampeão da prova, e deu o tricampeonato ao treinador, Luiz Esteves. Foram 5 dias de festa, 52 páreos, 30 horas de turfe e transmissão ao vivo. São 570 funcionários, milhares de empregos indiretos, dezenas de jóqueis, proprietários, criadores, treinadores, cavalariços, centenas de parceiros envolvidos na realização de mais um GP Brasil que entrou para a história. A diversão de assistir às corridas de cavalo com entrada franca em um dos hipódromos mais lindos do mundo continua o ano todo de sábado à terça-feira e todos estão sempre convidados”, comemora Luiz Alfredo Taunay, presidente do JCB. O primeiro lugar do GP Brasil distribuiu uma premiação de, aproximadamente, R$ 850 mil.

O festival do Grande Prêmio Brasil foi sucesso também em faturamento com as apostas. O movimento superou todas as expectativas ao ultrapassar os R$ 6,1 milhões, um crescimento de 6,6% em relação a edição 2018. O total global da semana, que leva em conta os valores apostados nas corridas internacionais, chegou a quase R$ 8 milhões, 12,5% maior, também em comparação com o ano anterior. “Os investimentos em ativações de marketing que a PMU Brasil realizou nos últimos três anos foram essenciais para alcançarmos este resultado. Nós trabalhamos com a reconstrução da imagem do esporte, atraindo novos apostadores e fidelizando os turfistas mais antigos e, claro, do evento GP Brasil, recolocando-o no topo do calendário de eventos do carioca”, declara Joseph Levy, CEO da PMU Brasil. A companhia francesa realizou campanhas televisivas, envelopou transportes públicos e privados, além de patrocinar o campeonato carioca de futebol (2018 e 2019), estendendo patrocínio ao estádio do Maracanã (2019) e ao time mineiro, Cruzeiro.

Fora das pistas, o Festival GP Brasil teve diversas atrações. Na Tribuna Social, aconteceu o Wine Lovers, uma feira para quem ama vinho, mas não abre mão de cerveja artesanal e food trucks. Após as corridas, o evento contou com shows de MPB, pop e rock que animaram o público presente. Para a criançada, o projeto cultural Burburinho esteve presente com oficinas artísticas para pais e filhos, gastronomia, moda e apresentações musicais e brincadeiras temáticas sobre os cavalos e o turfe. Ainda no domingo, aconteceu a segunda etapa do Campeonato Oficial de Futmesa da PMU Brasil, disputado por 16 duplas mistas e com transmissão ao vivo pela internet. A dupla vencedora foi Léo Lindoso e Peleo.  

Sobre a PMU Brasil 

A Pari Mutuel Urbain (PMU) é uma empresa francesa de apostas hípicas. Desde 2015, a subsidiária PMU Brasil firmou parceria com o Jockey Club Brasileiro para atuar na gestão das apostas no Rio de Janeiro e comercialização através de pontos de venda, plataforma online e telefone, além da produção e transmissão ao vivo de imagens das corridas. Seu novo conceito, “Aposte para ganhar. Aposte em corridas de cavalo” apresenta o turfe como um esporte emocionante, divertido e acessível para todos. Conheça o site: http://pmubrasil.com.br/  
                             Colaboração Camila Acatauassú Xavier

sábado, 15 de junho de 2019

Abertura da exposição "Luz, câmera e uma boa ação!" de Abyner Gomez na Fundação Cesgranrio - Rio Comprido - fotos Marcelo Borgongino


                                  Abyner Gomez - artista plástico,

                    Abyner Gomez, Beth e Carlos Alberto Serpa e o curador da exposição Christiano Nascimento,

                                     Jair e Mariza Coser

              Abyner Gomez, Simone Rodrigues e Christiano Nascimento,

                       amiga e Katoa Tavares-  advogada e diretora do Instituto dos Advogados Brasileiros,

                      Anna Maria Tornagui e Della Henri,

                                         Arnaldo Brenha e Silmara  Rufato

                    Dulce Pirajá,Ana Leal e Eliane Chanpre

        Maria Luiza de Mendonça.Teresa Calero e Marcelo Borges

                                    Welington Moraes e Roberto Padula

Urbano Lopes, Tatiana Marins, Leandro Marino e Aline Nakajima

                  Belita Tamoyo e Francis Bogossian

                              Carlos Serpa e Anderson Pereira

      Carlos Serpa e Hilde, Francis Bogossian e Beth Serpa

                    cenário da exposição

                      Exposição de Telas de Abyner Gomez

                Mariza e   Jair Coser entre  Abyner Gomez,  e Christiano  Nascimento

                  Hildegard Angel e Mariza Coser

                      Hildegard Angel,

                            Carlos e Beth Serpa,

                           Carlos e Beth Serpa

                     Jair e Mariza Coser

Tela de Andrea Rudge

                           Simone Rodrigues

                          Tela de Maria Raquel de Carvalho

                    Maria Raquel de Carvalho

                           Lucilia Lopes,

                  Lucilia Lopes,
                              Tela de Gisela Amaral,

                             Hildegard Angel,

                       Hildegard Angel,

                         Lilibeth Monteiro de Carvalho

                       Mariza Coser,

       Abyner Gomez e a família -

Salão Nobre- Advogados Vinicius Coelho Ferreira, Cristiana Maia e Renata Barros

                           Alexandre Machafer  e  Mariana Schmidt

              Belita Tamoyo, Silvia Miranda e Beth Serpa

             Carlos Serpa entre Abyner Gomez e Christiano Nascimento

Carlos Serpa entre Rogerio Madruga e Fabio Blaiso

               Abyner Gomez e Fabíola Blaiso

                                                        Beth Serpa

                                                             Katoa Tavares-  advogada













                                Renata Barros - advogada

Simoe Rodrigues e Katia Yavares 

 
                                         Silmara  Rufato, Simone Rodrigues e  Katia Siqueira

                            Simone Rodrigues, Abyner Gomez e Nissia  Garcia

                    Simone Rodriguez e Abyner Gomez

                     Abyner Gomez e a turma do Iate

Roberto Padula, Yacy Nunes, Arnaldo Brenha  Amanda Gomes e Lourenço Brenha

                 Rosa Cleo Nascimento, Teresa Calero, Christiano Nascimento, Yacy Nunes, Urbano e a mulher

              Jose Dias, Anna Maria Tornaghi, Jalusa Barcellos e Sergio Fonta

Garçons no estilo do cinema e tema da exposição

 Abyner Gomez e Simone Rodrigues

A arte da superação
A história de Abyner Gomez, de 23 anos, que começou a desenhar aos quatro anos
Filho mais velho de um pedreiro e uma dona de casa, Abyner chamou a atenção dos professores com apenas quatro anos ao fazer um desenho da Pequena Sereia, filme lançado na época.
Com poucos recursos, a família nunca pode comprar material para incentivar o talento do menino, como orientado pela direção do colégio. Mas, a mãe decidiu vender cosméticos para comprar uma caixa de lápis de cor para o filho. Os desenhos eram feitos em folhas A4, que ele recebia no colégio. Ou qualquer folha em branco que aparecesse em sua frente, como primeiras e últimas páginas de livros.
Abyner não enfrentou apenas dificuldades financeiras. Ele sofreu bullying. Aos 17 anos, incentivado por alguns professores e colegas, decidiu escrever um livro em mangá, que teria 100 páginas. Quando estava com pouco mais de 60 páginas produzidas, a professora de Matemática cansou de ver o menino dedicar-se mais aos desenhos do que às contas, rasgou todas as folhas e o expulsou da sala, inclusive jogou os lápis de cor, comprados com tanto esforço pela mãe, no chão. 
O caso desanimou o menino, que ficou um tempo sem desenhar. Mas o talento falou mais alto e, quando Abyner se mudou para o interior do Rio de Janeiro, aos 18 anos, começou a ganhar dinheiro com seu trabalho. O perfil no Instagram recebia cada vez mais seguidores, que encomendavam desenhos.
E foi assim que conheceu Christiano Nascimento, produtor teatral, que procurava um artista que produzisse o programa de uma peça com desenhos. Quando ele conheceu o talento e a história de Abyner, decidiu investir no menino.
Técnica
Autodidata, Abyner aprendeu a desenhar sozinho. Toda sua técnica é fruto do seu talento nato. Nunca fez um curso de desenho ou estudou arte.
– Desenhar era um refúgio para mim. Era uma maneira de fugir dos problemas como a falta de recursos dos meus pais e o bullying na escola, – conta.
Christiano incentivou o jovem a ler e a tentar novas técnicas e, hoje, Abyner faz pinturas a óleo.
A primeira exposição
A família de Abyner nunca teve dinheiro para comprar roupas, e muita coisa era recebida de doações de mulheres da classe média. Roupas, brinquedos, objetos eram doados ou vendidos por centavos na Igreja.  Quando Abyner contou sua história para Christiano e citou o trabalho de caridade de algumas mulheres da sociedade, a ideia do projeto surgiu.
– Quero que, toda vez que elas olhem para meu desenho na parede da casa delas, tenham a certeza que fizeram o bem para alguém com o trabalho delas. Como é importante doar e ajudar os que precisam. Eu e minha família fomos beneficiados pelo trabalho beneficente de muitas delas, por isso, essa primeira exposição é um agradecimento a elas, – diz Abyner.
1.      Simone Rodrigues em “Casablanca” (1942)
2.      Carmen Mayrink Veiga em “Cleópatra” (1963)
3.      Kiki Garavaglia em “Sansão em Dalila” (1949)
4.      Dalal Achcar em “Luzes da Ribalta” (1952)
5.      Lilibeth Monteiro de Carvalho em “La dolci vita” (1960)
6.      Marie Annick Mercier em “Bonequinha de luxo” (1961)
7.      Gisella Amaral em “E o vento levou” (1940)
8.      Lourdes Catão em “Ama-me ou esquece-me” (1955)
9.      Gloria Severiano Ribeiro em “O galante Mr. Deeds” (1936)
10.  Clara Magalhães em “Paixão dos fortes” (1946)
11.  Hildegard Angel em “Quanto mais quente melhor” (1959)
12.  Anna Maria Tornaghi em “A família Addams” (1991)
13.  Vanda Klabin em “Gilda” (1946)
14.  Lucília Lopes em “Cantando na chuva” (1952)
15.  Beth e Carlos Alberto Serpa em “Voando para o Rio” (1933)
16.  Belita Tamoyo em “G-men contra o Império do crime” (1935)
17.  Andreia Rudge em “Helena de Tróia” (1956)
18.  Regina Doria Gama em “Feitiço havaiano” (1961)
19.  Maria Raquel de Carvalho em “A bela e a fera” (1946)
20.  Mirtia Gallotti em “O rei do fósforo” (1932)
21.  Sueli Stambowsky em “Cinderella” (1957)
22.  Yara Andrade em “Amores de uma diva” (1936)
23.  Mariza Coser em “Senhora ventania” (1943)
                                                                                Colaboração de Fabíola Blaiso